18.10.07

Um certo Alguém

Quando paro pra pensar na vida muitas coisas vem na minha mente, namorada, faculdade, família, igreja, EAC, retiro, amigos, vôlei, etc. O que isso tudo tem em comum? Adoro todas essas coisas mencionadas e cada uma delas me faz feliz de um jeito diferente, cada parte dessa tem uma forma especial de se manifestar na minha vida e todos elas são tão importantes. Mas essas coisas todo mundo tem, porque eu vejo isso como algo tão importante? E lá se vai horas do meu dia pensando nisso.


Não sei se todo mundo tem esse pensamento, mas sei que todo mundo já se perguntou isso um dia. Um dia escutei uma musica chamada “um certo alguém – Lulu Santos” eu adoro Lulu Santos, e fiquei viajando nessa música. Quando acabei de escutar a música uma única parte me vinha a todo momento na cabeça “quando um certo alguém cruzou o meu caminho e mudou a direção..”.

Nós da paróquia Imaculada Conceição do Recreio tivemos a alguns dias um dos melhores EAC que já fizemos, eu fiquei muito feliz com as pessoas que encontrei, as amizades que reforcei e da forma que Cristo tocou novamente o meu coração. As pessoas podem dizer que já foram tocadas, mas acreditem nós precisamos ser tocados a todo o momento, já tenho alguns anos na igreja e uma coisa que percebi nesses anos é que precisamos constantemente ter Jesus no coração. Pode ser uma coisa fácil para uns mas para outros como eu não é tão simples assim. Muitas coisas me fazem sair do caminho e preciso sempre me manter vigilante para não sair muito do “percurso”.

É engraçado as formas que Deus se revela para nós, pode ser numa palestra (seja dando ou ouvindo), numa conversa com amigos, no ônibus indo pra faculdade, num abraço com irmão, numa adoração na capela, na convivência do namoro, na igreja ou até mesmo numa partida de vôlei. Percebo hoje que as coisas que mais me agradam nessa vida são assim porque Deus se faz presente em todas elas, e finalmente consegui entender o que todas aquelas coisas tinham em comum. Seguir a Cristo não é fácil, mas quando temos pessoas nos incentivando e nos dando forças naquele momento em que mais precisamos as coisas se tornam alcançáveis.

Espero que vocês entendam o que quero dizer aqui, senão quando um certo Alguém cruzar o seu caminho e mudar a direção vocês irão entender.

16.10.07




O que Jesus faria em meu lugar?


Amigos,

Segue abaixo reflexão maravilhosa do religioso Inácio Larrañaga sobre a necessidade de recorrer ao exemplo de Jesus nos momentos de dificuldade.

Espero que este pequeno texto possa tocar os corações.

Abraços e PAZ DE CRISTO


***

O que Jesus faria em meu lugar?

Quando eu me encontrar com pessoas agressivas, deixarei de lado minhas velhas e amargas histórias com essas pessoas, e direi a mim mesmo: “Meus olhos, neste momento, são os olhos de Jesus” e olharei essas pessoas com os olhos de benevolência de Jesus.

Se as ondas da contradição me envolverem, direi a mim mesmo: neste momento eu já não sou eu, é Jesus quem vive e age em mim e neste duro conforto vou reagir com Jesus, com sua serenidade, controle e disposição de ânimo.

Quando, de surpresa, lançarem contra mim palavras ofensivas, primeiramente não me assustarei de minha própria perturbação; em seguida imaginarei Jesus diante de seus ferozes inimigos e tentarei me controlar e calar como Jesus calava, respondendo com palavras serenas como Jesus responderia.

Se eu souber que fui traído pelas costas, em primeiro lugar direi: “Deus meu, acalma esta tempestade interior”. A seguir, deixarei transcorrer um tempo razoável para que se acalme perturbação. Logo colocarei diante dos olhos de minha alma a figura de Jesus manso e humilde, silencioso ante os juízes, delicado ante o traidor, e direi: “Jesus, entra dentro de mim e perdoa dentro de meu coração”, e tratarei de devolver o bem em troca do mal, como fez Jesus.

(Inácio LARRAÑAGA, Transfiguração. Ed. Paulinas. pp. 33-34)

8.10.07



A Fé e o Próximo


Amigos,

Revigorado na caminhada pelo Amor presente em abundância nos últimos tempos de nossa vida comunidade (aniversários, encontros, reuniões, círculos, conversas, ...), encontro-me contente por notar quão importante e especial é a fé.

Inspirado pela maravilhosa missa dominical que participei na noite de ontem, resolvi compartilhar neste espaço a reflexão proposta pelo Papa Bento XVI durante a sua estada no Brasil.

“Ainda podemos fazer outra pergunta: O que nos dá a fé nesse Deus? A primeira resposta é: nos dá uma família, a família universal de Deus na Igreja Católica. A fé nos liberta do isolamento do eu, porque nos leva à comunhão: o encontro com Deus é, em si mesmo e como tal, encontro com os irmãos, um ato de convocação, de unificação, de responsabilidade para com o outro e para com os demais. Nesse sentido, a opção preferencial pelos pobres está implícita na fé cristológica naquele Deus que se fez pobre por nós, para enriquecer-nos com sua pobreza.”

(Papa Bento XVI na Abertura da Conferência da CELAM em Aparecida, 2007)


Quando consigo notar que viver em comunidade é muito melhor do que viver isolado, posso sentir o amor de Deus me abraçando e me convidando a levantar, assim como a fazer o mesmo pelo próximo.

Espero que as minhas amizades sejam estreitadas; as eventuais barreiras superadas; as dores dissipadas; e os novos laços e desafios sejam encarados com a alegria de uma criança. Desse modo, seremos mais próximos de Deus, melhores e felizes!

Beijos, abraços e Paz de Cristo a todos!

23.8.07




Ja que a vida vale tanto... para quê uma segunda?

Uma polêmica reflexão a respeito do game on-line Second Life.

Esta semana um amigo meu me provocou sobre um artigo que saiu no Globo On sobre 6 universidades em SP estarem se lançando no Second Life - Game em 3D online que simula uma realidade virtual. Somando isso ao artigo escrito pelo Gus e por um artigo sobre o jogo na Revista Passos, refleti sobre o assunto e resolvi digitar algumas palavras.

Atualmente são 600 mil brasileiros que tem seus avatares (personagens) presentes no jogo. E a tendência é que cada vez mais esse número aumente. No mundo são 8 milhões de cadastrados que participam dessa simulação.


O jogo em si não tem um objetivo definido, nem missões ou um rumo fixo que deva ser seguido. Ele apenas é um local e você, com seu avatar, vai vivendo e se relacionando com as pessoas. De fato é uma segunda vida, como se afirma na descrição: "Em Second Life você pode ser o que realmente sempre quis desde um simples cidadão a um astro de cinema ou do Rock. No universo paralelo de Second Life a sua imaginação é o verdadeiro limite!"

Para isso basta entrar no jogo, criar seu avatar, e vivenciar aquela situação. Você não pode sair construindo uma casa em qualquer terreno, pois eles são privados. Precisa de dinheiro, os Lidden Dollars que podem inclusive serem convertidos em dinheiro real. Cada 1 Real valem aproximadamente L$ 129,85. Existe também a possibilidade de criar coisas desde acessórios para os personagens até texturas de pele em 3D e vender pelo local. Além disso você pode interagir com outros avatares, em ambitos sociais e até mesmo ter a sorte no amor virtual.

Várias empresas, de olho nessa proposta começaram a colocar suas lojas no Second Life, como a Wolkswagen e a Reuters. E com isso arrajaram uma nova forma de ganhar mais dinheiros vendendo suas notícias, seus carros virtuais e convertendo seus Lidden Dollars em Dólares reais.

E nesta realidade virtual se pode ter competições sociais, economicas, enfim, as coisas que se passam na vida real. E depois de toda essa propaganda eu pergunto: Pra quê gastar horas do dia fazendo isso ?

O Second Life é mais um dos famosos casos de não querer olhar a realidade e aprender com ela, gerando a necessidade de criar um espaço virtual onde aí eu possa ter a vida como eu gostaria que ela fosse. Mas aquele avatar bonitão, com um mega estúdio de animação montado num terreno em frente a praia de Copacabana Virtual e namorando uma super modelo da Ford não sou eu. É mais uma vez o desejo do homem de querer controlar a própria realidade.

É uma forma de amenizar o nosso drama de não sermos os donos de nós mesmos. De mais uma vez desviar a idéia de que temos os nossos destinos nas mãos de alguém muito maior do que as aparências da realidade.

No caso das universidades, eu respondi ao meu amigo que o interessante dessa proposta é que seria realmente interessante eu poder assistir uma palestra da PUC-SP no second life e poder comentar com um avatar que está em Manaus o resultado dessa palestra; que seria interessante promover as conversas acadêmicas de corredor.

Mas tem um porém: aquela pessoa com quem estou conversando não existe. Ela é um avatar, uma forma que alguém em Manaus gostaria de ter assim como eu que para ela não existo, sou uma representação do que eu queria ser. Com isso reduzimos a universidade a uma mera troca de informações acadêmicas. Coisa que não interessa na nossa proposta de vida. A mim na universidade gosto de conhecer pessoas, saber como elas vivem aquele aspecto da vida, como elas entendem aquela matéria aplicada na vida delas... Por isso achei a iniciativa nobre e muito legal, mas lançada num contexto infeliz que só tende a fazer crescer o individualismo e o egoísmo.

Concluindo, considero esta nova realidade virtual algo realmente distante da proposta que encontramos, a proposta que nossas vidas são acompanhadas e abraçadas por Cristo e que, pelo Espiríto Santo nos inspira a olhar as nossas vidas de uma outra forma, e vivenciar os nossos relacionamentos de forma cada vez mais verdadeira.

Claro que ninguém vai pro inferno por jogar Second Life, mas fica aqui uma reflexão. Se é importante nossa vida, seria justo leva-la em consideração. Então usemos nosso tempo de forma produtiva! de forma mais verdadeira. Será que é justo então gastar horas em realidades virtuais, criando outros mundos nos iludindo sermos o que não somos?

Fica para vocês a pergunta! Grande Abraço!

17.8.07


A Minha Vida Vale Muito!

Amigos,

Há quase duas semanas estou pensando como devo escrever este pequeno artigo. Não devido à vaidade de usar as melhores palavras, sem erros ortográficos ou sintáticos. Mas devido à importância do tema: A VIDA!

Em primeiro lugar, destaco que não tratarei sobre temas como o aborto ou a eutanásia. Apesar de serem assuntos correlatos, viso a discorrer somente sobre uma idéia: a importância de eu viver hoje!

Há uma passagem na Bíblia, escrita por São Paulo, que se direciona àqueles que cometem atos imorais. Porém, as mesmas palavras se aplicam ao dom da vida, bem maior. Eis o trecho da Primeira Carta aos Coríntios:

“Vocês não sabem que o seu corpo é templo do Espírito Santo, que está em vocês e lhes foi dado por Deus? Vocês já não pertencem a si mesmos. Alguém pagou alto preço pelo resgate de vocês. Portanto, glorifiquem a Deus no corpo de vocês.” (1Cor 6, 19-20)

Jesus pagou na cruz um alto preço pelo meu resgate. Pois é... Ele se fez nada, mesmo sendo tudo, para que eu pudesse ser algo. Logo, a minha vida vale muito, por ser o resultado do Amor. O mesmo Amor que nos molda, como barro, e nos faz viver intensamente, graças à entrega de Cristo.

Não quero ser prolixo ou falar o que é óbvio. Somente desejo frisar que, se não glorificamos a Deus pela nossa vida, conforme proposto por Paulo na passagem acima, não estamos sendo dignos do Amor, preço pago pela nossa vida.

É grata obrigação louvar a Deus pelo dom da nossa vida. Não deixemos que nada nos impeça de viver intensamente e com o firme propósito de sermos bons. Pela bondade, refletiremos o Amor e ajudaremos os outros na busca pela felicidade. Glorifiquemos a Deus no nosso corpo.

Se assumirmos o propósito de ser templo do Espírito Santo, com certeza teremos ânimo de sobra de viver. Não há obstáculo maior em nossas vidas do que a dom da fortaleza que vem do Céu por meio do Santo Espírito.

A nossa vida é indisponível. Não podemos trocá-la por nada. Nada mesmo! Não posso decidir se devo viver ou não. Afinal, Deus já me adquiriu, pagando à vista por meio do sacrifício máximo da Cruz. Não sejamos ingratos como os incrédulos. Nem reclamemos da vida! Sempre haverá motivos para nos alegrarmos, pois sempre há a possibilidade para amarmos e sermos amados.

Coloque em suas orações diárias o seguinte pedido:

“Meu Senhor, me dê-me ânimo para viver cada dia do melhor modo possível. Assim, terei a oportunidade de gozar e partilhar do seu Amor com o meu próximo, seja ele quem for. Obrigado pelo dom da minha vida e dê-me força sempre! E interceda, de modo especial, por aqueles que não reconhecem o seu Amor.”



Para finalizar, resolvi partilhar com todos um pensamento, aplicável aos dias atuais, do economista Adam Smith, conhecido de todos pelas suas posições marcantes na história da economia mundial até hoje.

“Para arrancar um Estado do mais baixo grau de barbárie e elevá-lo à mais alta opulência, bastam três coisas: paz, impostos módicos e uma tolerável administração da justiça.” (Adam Smith)

Que Deus nos conceda a sua Paz e a sua bênção, a fim de que tenhamos alegria constante pelo dom da vida!

Abraços e PAZ DE CRISTO!

30.7.07


Nossa decisão: sentido da vida e maior participação



Amigos,

Primeiramente, gostaria de desejar muitas felicidades àqueles que conseguem pregar a paz no meio de tanta violência e corrupção, especialmente no Rio de Janeiro.
Há três domingos, resolvi escolher e ler um trecho de um discurso do Papa Bento XVI voltado aos jovens na Jornada Mundial da Juventude em Colônia na missa dominical.
Ciente de que as palavras do Papa servem de ânimo para que toda a Humanidade possa viver os ensinamentos do Senhor nos dias atuais, acredito ser de grande importância a reflexão dos pensamentos do Santo Padre. Em especial quanto ao aos direcionados aos jovens.
Desta forma, aproveito este espaço santo e comunitário para publicar um trecho de discurso do Papa Bento XVI, lido antes do início da missa dominical do último dia 22. O Papa, ao falar do Evangelho do jovem que é chamado a largar tudo e seguir Jesus com a sua cruz (Mt 19, 16-22), induz os seus ouvintes à reflexão das perguntas existenciais, base do senso religioso. Lembro que este tema remonta o tema abordado na Crisma!

“Tendes uma pergunta crucial, referida no Evangelho, a lhe fazer. É a mesma do jovem que veio correndo ao encontro com Jesus: que fazer para alcançar a vida eterna? Gostaria de aprofundar convosco essa pergunta. Trata-se da vida. A vida que, em vós, é exuberante e bela. Que fazer dela? Como vivê-la plenamente?
Logo entendemos, na formulação da própria pergunta, que não basta o aqui e agora, ou seja, nós não conseguimos delimitar nossa vida ao espaço e ao tempo, por mais que pretendamos estender seus horizontes. A vida os transcende. Em outras palavras, queremos viver e não morrer. Sentimos que algo nos revela que a vida é eterna e que é necessário empenhar-se para que isso aconteça. Em outras palavras, ela está em nossas mãos e depende, de algum modo, da nossa decisão.
A pergunta do Evangelho não contempla apenas o futuro. Não trata apenas de uma questão sobre o que acontecerá após a morte. Há, ao contrário, um compromisso com o presente, aqui e agora, que deve garantir autenticidade e, conseqüentemente, o futuro. Numa palavra, a pergunta questiona o sentido da vida. Pode por isso ser formulada assim: que devo fazer para que a minha vida tenha sentido? Ou seja: como devo viver para colher plenamente frutos da vida? Ou ainda: que devo fazer para que minha vida não transcorra inutilmente? Jesus é o único capaz de nos dar uma resposta, porque é o único que nos pode garantir vida eterna. Por isso também é o único que consegue mostrar o sentido da vida presente e dar-lhe um conteúdo de plenitude.”

(Discurso do Papa Bento XVI aos jovens do Estádio do Pacaembu – Dia 10 de maio de 2007)

Espero que muitos possam ler este texto e que este blog volte a ser local de encontro, partilha e amizade!

Abraços e PAZ DE CRISTO!

4.6.07


Diga Não Ao Não

Amigos,

Primeiramente, gostaria de mandar um grande abraço para todos que foram ao nosso evento, o Sede Santo.

Esperamos que tenhamos ganhado muitos novos visitantes deste blog, pois a comunidade católica só é viva e ativa com a presença de cada um.

A fim de não me alongar e conduzir à reflexão, segue um anúncio da Shell publicado na Newsweek (com tradução livre realizada por mim). Leiam! É bem legal!

Nós podemos mudar o mundo!

Que o Espírito Santo habite em nós como em Pentecostes e a Santíssima Trindade seja invocada com fervor!

Abraços e PAZ


ORIGINAL:

SAY NO TO NO

Isn’t it high time someone got negative about negativity?
Yes it is.
Look around. The world is full of things that, according to nay-sayers, should never have happened.
“Impossible.”
“Impractical.”
“No.”
And yet “yes”.
Yes, continents have been found.
Yes, men have played golf on the moon.
Ye, straw have been turned into biofuel power cars.
Yes, yes, yes.
What does it take to turn no into yes?
Curiosity. An open mind. A willingness to take risks.
And, when the problem seems most insoluble, when the challenge is hardest, when everyone else is shaking their heads, to say: let’s go.

Real energy solutions for the real world:
www.shell.com/realenergy

(Newsweek, March 12, 2007, pp.8-9)


EM PORTUGUÊS:

DIGA NÃO AO NÃO

Já não está mais do que na hora de alguém ficar negativo quanto à negatividade?
Sim, está.
Olhe em volta. O mundo está cheio de coisas que, de acordo com os negativistas, nunca teriam acontecido.
“Impossível”.
“Inviável”.
“Não”.
Mas ainda “sim”.
Sim, continentes foram descobertos.
Sim, homens jogaram golfe na lua.
Sim, plantas foram transformadas em biocombustível para carros.
Sim, sim, sim.
O que é necessário para transformar o não em sim?
Curiosidade. Uma mente aberta. A vontade de assumir riscos.E, quando o problema parecer o mais difícil, quando o desafio for duro, quando todos balançarem as cabeças negativamente, dizer: vamos nessa.

15.5.07

Ônibus Sete, Shoenstatt e o Santo Brasileiro



Desde o início da viagem, tinha certeza que não faltariam frases belas e momentos alegres. Esta convicção inicial foi concretizada e aumentada ao longo dos dois dias desta viagem inesquecível. Como não lembrar das câmeras nos seguindo, reproduzindo a nossa animação ao mundo (quase como animais em extinção ou, no mínimo, exóticos) e, ao mesmo tempo, das nossas câmeras digitais em punho, sedentas para eternizar os momentos mágicos da estada do papa em nosso meio. Para mim, o ponto central desta viagem foi reiterar a importância da vida em comunidade.

Se fosse chamado a sintetizar a alegria vivida por mim nestes intensos dois dias em São Paulo em apenas uma expressão, não falaria nada senão “ÔNIBUS SETE”.
É engraçado falar isso... Mas é verdade! Em inúmeros momentos (conversas, piadas, músicas, reflexões, sonos,...) com os membros do “meu” ônibus 7, tive a oportunidade de concluir a maravilha da Igreja. Como povo pecador que busca a santidade em comum e quer se aproximar de Cristo, fomos todos ao encontro do nosso pastor na terra, o nosso Pedro contemporâneo, o nosso Bento.
Poderíamos ter caminhado em pequenos grupos, congregados em nossas comunidades e amizades prévias. Todavia, a abertura de coração nos propiciou um ambiente acolhedor, que desprezou quaisquer diferenças! Permanecemos juntos até o fim e pudemos, deste modo, fazer intensa experiência de comunidade, compartilhando as alegrias e os momentos estressantes (“Cadê o ônibus?”, rs...). Se tivéssemos agido de forma diferente, nunca teríamos jogado vôlei no Campo de Marte, conversado com os PMs de São Paulo, cantado 50 vezes o refrão de “Cidade Maravilhosa”, berrado milhões de vezes “siete, solamente siete”.

Outro ponto de destaque foi a presença marcante do movimento de Shoenstatt na visita do Papa. Muitos de nós conhecemos a imagem de Nossa Senhora de Shoenstatt, a peregrina três vezes admirável, especialmente devido ao santuário de Vargem Pequena que sempre nos acolhe. Este grupo de jovens e religiosas encantou a todos, servindo de bastião do amor mariano. Quem não viu alguém de blusa amarela, com a imagem peregrina nas mãos cantando “Papa Bento, Shoenstatt te ama!”.
Fiquei muito feliz por esta grata surpresa, uma vez que demonstrou, mais uma vez, como a Igreja é plural e rica, apresentando espaço para que qualquer perfil seja acolhido e desenvolva a sua caminhada pautada no verdadeiro Amor! Viva Nossa Senhora de Shoenstatt!

O terceiro componente do meu título é o nosso santo brasileiro, Santo Antonio de Sant’Anna Galvão, homem este que tive a oportunidade de presenciar sendo elevado ao rol de santos pelo Papa Bento XVI, junto à multidão de 1,2 milhão de pessoas, na última sexta.
Poucos conhecem os feitos deste novo santo, que desenvolveu as suas obras na paz e na caridade. É claro que há inúmeros feitos memoráveis deste santo franciscano paulista. Mas o mais interessante desta canonização é o chamado de santidade feito a cada um de nós, que ressoa da forma clara e viva para os católicos, em especial para os jovens. Não é preciso curar doentes ou ressuscitar pessoas para ser santo. Santo Frei Galvão nos ensina que basta viver a fé a cada dia, buscando não desviar do Amor, para alcançar a santidade.
Lembro com especial afeto da enorme faixa que estampou o gramado do Pacaembu no final do encontro dos jovens com o Papa, que dizia que basta cada um ser mais de Deus para que o mundo se transforme em uma terra de paz e amor, sem violência.

Por fim, desejo a todos a mesma Paz de Cristo que senti ao longo da visita do Papa ao Brasil! Como é bom ouvir da boca de muitos que a sua fé foi renovada pela presença do nosso Pastor ao Brasil! Que reproduzamos em nossa comunidade paroquial o mesmo carinho que me fez berrar como muito amor “ONIBUS SETE”! Sete! Siete! Siete! Ônibus sete!


Abraços e PAZ DE CRISTO!


Sede Santo 2007 chegando! Dia 20 de maio, a partir das 13h30 no Colégio Ressurreição! Qualquer dúvida, escreva para sedesanto@gmail.com

4.5.07




"Trata-se de um alargamento do nosso conceito de razão e do seu uso. Porque, juntamente com toda a alegria face às possibilidades do homem, vemos também as ameaças que resultam destas mesmas possibilidades e devemos perguntar-nos como poderemos dominá-las. Consegui-lo-emos apenas se razão e fé voltarem a estar unidas duma forma nova; se superarmos a limitação autodecretada da razão ao que é verificável na experiência, e lhe abrirmos de novo toda a sua amplitude.(...)Ora, desde há muito tempo que o ocidente vive ameaçado por esta aversão contra as questões fundamentais da sua razão, mas o único resultado seria sofrer um grande dano. A coragem de abrir-se à vastidão da razão, e não a rejeição da sua grandeza – tal é o programa pelo qual uma teologia comprometida na reflexão sobre a fé bíblica entra no debate do tempo atual.«Não agir segundo razão, não agir com o logos, é contrário à natureza de Deus»(...)É a este grande logos, a esta vastidão da razão que convidamos os nossos interlocutores no diálogo das culturas. Reencontrá-la nós mesmos sempre de novo, é a grande tarefa da universidade."
Aula Magna na universidade de Regensburg*, 12 de setembro de 2006

Mais uma vez um Papa da Igreja vem chamar a atenção sobre a questão da razão ligada a fé. E Bento XVI vem nos chamar a atenção à nossa cegueira em relação ao uso redutivo desta palavra. Dizemos geralmente que razão é aquilo que se pode provar (cientificismo). E por isso muitos de nós até caímos no discurso que “razão” e “fé” são duas coisas distintas.

E o que somos? Somos muito mais que isso. Temos tantas dimensões que seria muito pouco falar que só algumas são razoáveis. Poderia você provar cientificamente que ama sua mãe? E alguém iria dizer que não é razoável dizer que ama a mãe porque não pode provar cientificamente?

Estamos cegos a essa riqueza toda. Por isso somos convidados então a alargar a nossa razão. E como fazer isso? Justamente se a juntarmos novamente a nossa fé. Porque a adesão total a Cristo abre nossos olhos a realidade em todos os seus aspectos. Por isso estamos juntos: para educar a nossa razão a um alargamento de seu conceito pleno e total e assim conseguir enxergar a nossa vida de uma forma muito mais bela e profunda. Por isso dizemos que aderir a Cristo é razoável ao homem: Porque na busca pela felicidade ele encontra ali a possibilidade de encontrar o que ele tanto busca: O sentido da vida.

Convido vocês a olharem a sua experiência e a verificar o quão razoáveis são essas palavras.

Grande Abraço

*O discurso citado foi aquele que a mídia fez um grande alarde e causou problemas com o mundo Islâmico. Indico a leitura toda do discurso para aqueles que buscam esclarecimento e ver que a crítica não foi ao Islã e sim a um método de conversão que não era justo.

2.5.07





Sede Santo III


Entre os dias 9 e 13 de maio deste ano os católicos do Brasil terão a oportunidade de vivenciar dois fatos inéditos e históricos: a visita do Papa Bento XVI ao país e a proclamação do primeiro Santo nascido em território brasileiro. O Frei Galvão será canonizado no dia 11 de maio, que ficará marcado para a comunidade civil como um possível novo feriado nacional e será eternamente celebrado pela comunidade eclesiástica como o dia em que mais um beato foi santificado, tornando-se esperança para toda a Igreja.

Muitas vezes nos questionamos se a vida santa, proposta pelo catolicismo, é realmente alcançável. Para responder a essa pergunta, devemos, primeiramente, lembrar que todos os Santos reconhecidos pela Igreja Católica, como o Frei Galvão, por exemplo, iniciaram suas caminhadas na religião católica exatamente como nós: servos de Deus. Com o objetivo de nos aproximarmos deste ideal e reacendermos a chama da fé, nós, jovens, vamos nos unir mais uma vez sob o amor de Deus, no próximo dia 20 de abril, para um grande evento de evangelização: o Sede Santo.

Já sabemos que o Sede Santo tem como objetivo evangelizar não apenas os jovens que estão fora da Igreja, mas principalmente nós, que estamos do lado de cá do evento e nos esforçamos para mostrar a felicidade de Cristo às outras pessoas. O nome do evento faz um convite a toda a juventude de nossa paróquia: levar uma vida de comunhão e participação com a Igreja Católica. É por meio de trabalhos pastorais que exercitamos nossa conversão diária, servimos de Igreja para outras pessoas e damos mais um passo em direção à santidade. Por isso, antes de ser encarado como um evento, o Sede Santo deve ser recebido como um verdadeiro modelo de vida. Porém, em seguida, duas perguntas vêm à tona: Como e por que alcançar a santidade?

Em várias passagens, a Bíblia nos fala da importância de perseguirmos a vida santa. No Antigo Testamento, Deus mandou Moisés dizer ao seu povo: “Sede Santos, pois eu, o senhor vosso Deus, sou santo.” (Lv 19). Sabemos que Deus nos criou a sua imagem e semelhança, por isso seria razoável pensarmos que, já que Ele é santo, nós também podemos ser. No Novo Testamento, Jesus propõe diversas vezes que sintamos amor ao invés de ódio, felicidade plena ao invés do prazer fugaz. O que seria isso senão a santidade? Em resumo, podemos dizer que a vida santa é toda aquela que é vivida sob os mandamentos de Deus e a Ele dedicada. A santidade não é inalcançável, mas, sem dúvida, exige uma eterna conversão.

A recente canonização do Frei Galvão é um foco de esperança para toda a Igreja Católica, pois prova que as pessoas santas existem, vivem entre nós e nos servem de exemplo. Da mesma maneira nós, jovens, esperamos que o Sede Santo sirva de exemplo para nós mesmos e para toda a nossa comunidade, mostrando que pequenas iniciativas podem contribuir imensamente para nossa vivência na fé e para nossa confiança, nos modos de agir e pensar, nos mandamentos do Evangelho. Portanto, jovens, esta é a oportunidade de darmos um novo passo em direção à santidade! Para que sejamos ponto de partida e sujeitos ativos de evangelização, o convite está feito: Sede santos!

24.4.07





Em homenagem aos 2 anos de papado e ás vésperas da visita de Bento XVI ao Brasil convido vocês a, nas próximas 5 semanas, refletirem alguns pontos marcantes de seu pontificado . Para isso eu pegarei algumas palavras-chave faladas em alguns de seus discursos e que foram sugeridas na revista Passos do Mês de Abril. Ao fim de cada citação eu coloco o link no site do vaticano para o texto na íntegra.

“Apresenta-se confiante e auto-suficiente artífice do próprio destino, fabricante entusiasta de indiscutíveis sucessos, este homem do vigésimo primeiro século. (...) Como não pensar que mesmo no fundo desta humanidade satisfeita e desesperada, levanta-se um clamor aflitivo de ajuda? Não obstante as numerosas formas de progresso, o ser humano permaneceu igual ao de sempre: uma liberdade dividida entre bem e mal, entre vida e morte. É precisamente ali, no seu íntimo, naquilo que a Bíblia chama de "coração", donde ele tem sempre necessidade de ser "salvo". E, talvez, na época atual pós-moderna, tem ainda mais necessidade de um Salvador, porque a sociedade em que vive tornou-se ainda mais complexa, e mais enganosas tornaram-se as ameaças para a sua integridade pessoal e moral.”
Mensagem Urbi et Orbi, 25 de dezembro de 2007

“No coração de cada homem existe, meus amigos, o desejo de uma casa. Ainda mais num coração jovem, há o grande anseio pela própria casa, que seja sólida, aonde não só se possa voltar com alegria, mas também onde com júbilo se possa receber cada hóspede que chegar. É a saudade de uma casa em que o pão quotidiano seja o amor, o perdão, a necessidade de compreensão, em que a verdade seja a fonte da qual brota a paz do coração. É a nostalgia de uma casa da qual se possa sentir orgulho, de que não se deva envergonhar e cujo desmoronamento nunca seja preciso chorar.Esta saudade não é senão o desejo de uma vida plena, feliz, bem sucedida. Não tenhais medo desta aspiração. Não a rejeiteis! Não desanimeis ao ver casas desabadas, desejos malogrados, saudades dissipadas. Deus Criador, que infunde num jovem coração o imenso desejo da felicidade, jamais o abandona na cansativa construção daquela casa que se chama vida.”
Encontro com os Jovens na Polônia, 27 de maio de 2006

No natal passado Bento XVI chama atenção ao conceito bíblico da palavra “Coração”. Sem entender este conceito é impossível entender o grande drama que passa a Igreja de hoje. O Coração é este desejo de bem, desejo de justiça, desejo de plenitude que nós temos. E é disso que temos a necessidade: A Necessidade de um Salvador, de alguém que venha atender a este nosso desejo de felicidade. E é isso que Bento XVI tem chamado a nossa atenção com essas colocações. Será que temos compreendido ou sequer sentiddo esta necessidade? Esta necessidade desse Salvador ou será que temos esquecido no nosso dia a dia este desejo?

Eu particularmente quase sempre deixo o desejo de lado e Cristo para mim perigosamente se torna uma palavra que aprendi na Igreja ou simplesmente alguém com idéias e colocações fantásticas. Mas é aí que Bento XVI e tantos outros vêem me chamar atenção afirmando que para entender Cristo eu antes de tudo tenho que colocar o problema humano. E qual é esse problema humano? É justamente este desejo de infinito que todos temos dentro de nós. Só assim podemos entender que temos esta necessidade de Cristo. Só assim a sociedade pode se dar conta da necessidade que ela tem de um Outro. De ser amada, abraçada, como eu fui e sempre sou chamado a retomar.

É curioso notar que olhando para o conceito de coração, me dando conta dessa necessidade, me deparo com uma realidade dura, mas que não deixa de ser interessante. Porque é a realidade aquilo que eu vivo e meu desejo nasce de encontrar algo que valha a pena dentro dela. Quero encontrar Cristo onde eu trabalho. Tenho sim a necessidade desse salvador e daí peço, rezo a Ele para que se revele aqui, no meu relacionamento com os colegas, nas atividades, em todas as 8 horas de trabalho. E tudo isso nasce dessas palavras do Papa que me convida a retomar o desejo que tenho, a retomar o meu Coração.

Que as palavras de Bento XVI nos acordem em nossa realidade e reacenda o nosso desejo de uma vida plena.

Grande abraço.

17.4.07





Ele de fato nos Salva


Na última Sexta Feira Santa eu tive a oportunidade de participar de uma via sacra no Cristo Redentor realizada pelo Movimento Católico de Comunhão e Libertação.

É engraçado notar que retomar os últimos passos de Cristo na via crúcis, é geralmente para mim interpretado como uma coisa óbvia. E isso é muito natural levando em consideração entre outras coisas o tempo de caminhada que já passam pra mais de 15 anos na Igreja Católica. A rotina desgastada, esta grande armadilha dos tempos modernos, acabam por tornar as coisas que vivemos corriqueiras, passageiras, não tão impressionantes.

No entanto a realidade, que ultimamente tem batido de forma bem dura no meu dia a dia, principalmente no trabalho, onde enfrento uma série de quesionamentos profissionais, tem me despertado a desejar que o dia não seja a tão triste rotina corriqueira: Eu quero mais, não me basta conformar com o que vivo, não me basta chegar as oito horas da manhã aguardando o sinal das 17 horas para ir embora, não me basta acordar na segunda feira aguardando a sexta, e quando esta chega, ficar preocupado com a tristeza que sinto quando ouço a musiquinha do Fantástico (tristeza que aumenta na musiquinha do "Sob Nova Direção"). Eu quero que Essas horas duras tenham um sentido, quero que todos os momentos tenham um sentido, afinal de contas como disse a Déia no Post abaixo, tenho esse desejo, quero ser feliz.

Mas apesar disso, tudo parece ir contra. Além das coisas que vivo eu abro o Jornal e vejo um mundo tão desgastado, um mundo que apanha tanto. E a tristeza enche diante da minha incapacidade e por isso me pergunto "Onde está a Resposta? Onde está enfim, algo que faça sentido a tudo?"

Aí é que vem o ponto mais sensacional de tudo. Este desejo não apagou em mim, nasceu a tristeza, mas dela veio o desejo de encontrar o que responde a isso tudo. E diante da via Sacra no Cristo me dei conta. Ao repetir os passos todos daquele homem que tanto amou ao seu próximo, que se entregou daquela forma e chegando lá em cima vendo-o de braços abertos sobre a cidade pensei: "É Verdade, Ele salva isso tudo, Ele salva meu dia, salva meus relacionamentos, salva toda esta cidade, ele é o Dono da realidade." E isso é palpável, visível também no cuidado daqueles que organizaram aquele gesto, dos que dedicaram aquela manhã e aderiram áquela proposta. A salvação de Cristo em nossas vidas é concretíssima. E tem a ver com tudo. Parem e pensem. Por mais que o Cristo Redentor seja o Cristo, ele só virou Santuário de peregrinação no ano passado. É um ponto Turístico. É de causar estranheza um gesto deste, mesmo lá. E nós fizemos, nós fomos porque Ele tem a ver com tudo.

Com certeza ao chegar na Imaculada no Sábado caíram lágrimas durante o Hino de Louvor, no anúncio do ressucitado, porque além dele ter nos salvo se entregando, ele venceu a morte, Ressucitou. Venceu a dor e prometeu estar conosco até o fim dos tempos. E ele está. Diante disso a realidade continua a golpear duramente (golpeou inclusive quando escrevia este post) mas Cristo nos salva e não nos salva apesar de nossa humanidade, mas por meio dela.














Que essa chama de esperança esteja em cada um de nós em toda a nossa vida.

16.4.07

ENTREVISTA com DEIA FERRARI


Amigos,

Segue abaixo palavras da Deia Ferrari em uma entrevista do Jornal da PUC-Rio, devido à visita do Papa Bento XVI ao Brasil no próximo mês.
Fui tocado pela palavras dela e gostaria de compartilhar com vocês!

Abraços e PAZ!

"O homem sempre sentiu que o mundo por si só não completa seu coração. Ainda que ofereça muitas coisas, muitas maravilhas, só o mundo é incapaz de fazer o homem plenamente feliz.
Na juventude, acredito eu, é quando o nosso coração está ainda mais cheio de desejos, de planos e a nossa busca pela felicidade se torna mais importante pra nós. É mais difícil. Vemos que mesmo quando conquistamos as coisas que mais desejávamos, nossa satisfação não é total. O nosso coração sempre pede mais...

E é aí que nos damos conta de que devemos buscar algo muito maior. Algo que possa dar um verdadeiro sentido a tudo que vivemos. Que dá sentido a nossa história e ao nosso desejo infinito.

Este coração jovem cheio de desejos insaciáveis, é um "prato cheio" para o mundo. São várias ofertas, vários caminhos, várias promessas. E a vida cristã, parece aos jovens, um desafio grande demais. É tão mais fácil se deixar levar pelos valores pregados pelo mundo. O que tá na mídia, ta na moda e é pop.

É preciso ter coragem para nadar contra corrente. A fé e a Igreja, não são um conforto para quando estamos tristes, nem nos trazem as respostas para todos os nossos questionamentos - como muitos pensam. Muito mais que isso, é uma força que nos move a olhar além. muuuuito além!

Acreditamos no Amor, somos seguidores do Amor. O único amor capaz de transformar todas as coisas, transformar o mundo."

11.4.07



FELIZ PÁSCOA 2007
"O Senhor ressuscitado faça-se presente em todo lugar com a sua força de vida, de paz e de liberdade. Hoje, a todos são dirigidas as palavras com as quais na manhã da Páscoa o Anjo tranquilizou os corações amedrontados das mulheres: «Não tenhais medo! ... Não está aqui; ressuscitou» (Mt 28,5-6). Jesus ressuscitou e concede-nos a paz. Ele mesmo é a paz. Por isso, vigorosamente a Igreja repete: «Cristo ressuscitou - Christós anésti». Que a humanidade do terceiro milénio não tenha medo de abrir-Lhe o coração! O seu Evangelho sacia plenamente a sede de paz e de felicidade que habita em todo o coração humano. Agora Cristo está vivo e caminha connosco. Um mistério imenso de amor!
Christus resurrexit, quia Deus caritas est! Alleluia!"
(Bento XVI, Mensagem Urbi et Orbi, Páscoa 2006)

Clique aqui para ir ao site da Páscoa 2007 do Vaticano:

Por meio desta mensagem do Papa Bento XVI, inicio a minha postagem neste local santo. Espero que todos possam visitar com freqüência este blog, fazendo nele uma verdadeira vivência comunitária.
Espero poder deixar pelo menos uma "frase do dia" que seja!
Que a logo da PJ, aqui postado, possa servir de identidade para que mais e mais jovens visualizem o rosto de Cristo, presente em todos os lugares com o seu Amor!

Beijos, abraços e PAZ DE CRISTO!

10.4.07

Bem Vindos!

Feliz Páscoa amigos. É com a alegria da ressurreição que estreamos o blog da PJ Imaculada. Esperamos que vocês gostem muito deste novo veículo de comunicação e de testemunho. Colaborem com a gente divulgando, dando sugestões e comentários para que o nosso blog esteja cada vez melhor.

Grande Abraço e a Paz de Cristo.

Equipe Blog da PJ Imaculada